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A TABELA DO SAMBA COM O CRAQUE DA BOLA - ZIZINHO E CARLOS BOBOLA.

Um dia o craque da bola juntou-se ao nobre compositor Carlos Bobola, salgueirense de quatro costados, amigos comuns de um poeta sambista por eles idolatrados, que sem falsa modéstia retruca nobremente, que os amigos são divinos no que fazem naturalmente, que se a honra é tudo a amizade tem a substancia que a entende. E assim surge também uma homenagem póstuma com o craque da bola de nome THOMAZ SOARES DA SILVA ( ZIZINHO OU MESTRE ZIZA). Campeão do mundo em 1958 com a seleção brasileira com letra de samba poética a quem ele se denominava fã Djalma Sabiá. Enfim segue a letra e a matéria de reciproca homenagem. DJALMA SABIÁ. SAMBA. Mestre Ziza – Carlos Bobola Estão gravados Na bandeira do Salgueiro Os nomes de seus pioneiros E o principal é o de um sabiá Que é o arquivo da escola Conta todas suas glórias Quando começa a cantar. Sabiá. Una, com sua negritude Reúne toda virtude Do grande pássaro poder Que lhe deu ensinamen...

NO DESPERTAR DO ANO A DOR DO SALGUEIRO.

AO ENTRAR 2018 SALGUEIRO CHORA. As imagens falarão por si, absorvidas pela sensibilidade do coração salgueirense, que a despeito das contrariedades, reconhece em seus presidentes cada um do seu jeito a fazer o melhor pela agremiação, e o presidente que ora parte para novo destino de sua vida, LUIZ AUGUSTO DURAN(FU) não foi diferente, e o blog expressa aqui  o sentido sentimento humano que formula a essência da tristeza, e ao mesmo tempo que devemos levantar a cabeça, reunir forças para com certeza, honrar um pouquinho que seja do esforço de cada um que lidera a agremiação como seu presidente, que na atual conjuntura REGINA CELLI  representa. EDIÇÃO FOTOGRÁFICA DAVI FERNANDES.

ENFIM OS PRIMEIROS DIRETORES DE BATERIA DA ACADÊMICOS DO SALGUEIRO.

Djalma Sabiá adentrou a uma família tradicional quatro anos antes da fundação da escola de samba 1946, ao casar com Jurema da silva, mais conhecida como Diva, filha  do seu Antonio José da Silva, segundo procurador da escola Acadêmicos do Salgueiro na data da fundação da escola de samba, conhecido como Malandro, juntos com vários companheiros e companheiras, amigos e integrantes da época semearam com as três agremiações do morro do Salgueiro a vermelho e branco Academia do Salgueiro. JOÃO RODRIGUES PEREIRA (JOÃO CEGONHA). Dentre tantas lembranças há de se ressaltar o 1º e o 2º diretor de bateria , que inclusive se consagraram assim no primeiro desfile da escola em 1954, o primeiro era amigo João Rodrigues Pereira (João Cegonha) e o segundo Moacir Pereira da Silva ( Moacir Cuíca), irmão do Nelson Pereira da Silva (Nelson Pescocinho) exímio ritmista da agremiação com forte ligação parentesca com outra família tradicional  a família Casimiro  raiz fincada ...

DAURO RIBEIRO (DAURO DO SALGUEIRO).

DAURO RIBEIRO ( DAURO DO SALGUEIRO). Em 1964, foi lançado pela Musidisc o LP "Ala dos Compositores do Salgueiro", no qual interpretou o samba "Graças a Deus" (c/ Binha), sendo esta a sua primeira música gravada. Dois anos depois, gravou pelo selo Etiqueta um compacto contendo "Ironia do destino", parceria sua com Zuzuca do Salgueiro e Adir Moraes. Compôs, em 1975, com Mário Pedra, Zé Pinto e Nininha Rossi "O Segredo das Minas do Rei Salomão", que se tornaria um grande sucesso. Este samba-enredo deu ao Salgueiro o campeonato no mesmo ano, sendo precursor em abordar no carnaval temas que não fossem de origem brasileira. O samba foi incluído no compacto duplo lançado por Alcione. Ainda em 1975, o sambista Zuzuca do Salgueiro gravou pela CBS o LP "As Minas do Rei Salomão", no qual incluiu de sua autoria "Hino de amor ao Salgueiro", em parceria com Nei Lopes e João Laurindo. Em 1984, a Coca-Cola, através d...

UM MOMENTO COM EDUARDO DE OLIVEIRA, O DUDUCA SALGUEIRENSE DE ALTA ESTIRPE.

Entre muitas histórias referente a este salgueirense Eduardo de Oliveira (Duduca), existe momentos saudosos que emocionam o compositor Djalma Sabiá, até porque o samba e o meio tinha os seus problemas, onde o dinheiro não tinha esta influência que tem hoje, muitos sambas, foram compostos por um  e as vezes no máximo três compositores  como foi este caso Djalma, Edison Silva e Nilo Moreira, e por vezes, compositores adversários como Geraldo Babão, Anescar, e outros bambas da academia na época junto ao samba vencedor, num convívio amigo interferiam dando palpites sob forma de cantar, sobre o compasso do samba, até diretores de bateria opinavam, em 1956 Djalma Sabiá zelava pela bateria do salgueiro, uma espécie de função patrimonial, alguns integrantes e até compositores procuravam incentiva-lo a escrever samba, percebiam que o poeta Sabiá tinha queda pra coisa e que não cantava, porque achava que tinha uma dicção horrível. Sabiá tinha outros afazeres tipo...

UM CONTO DO SABIÁ.

ONDE CONTA O  SABIÁ Desde que se descobriu um real integrante de uma agremiação instituída ao lazer, Djalma de Oliveira Costa, o popular Djalma Sabiá, resolveu colecionar alguns recortes de jornais e revistas da época de sua ativa atuação na escola de samba do Salgueiro, ele ressalta que outras pessoas assim também o faziam, mas ele mesmo não sabe explicar o porque das pessoas o procurarem em razão disto. Entretanto ouvindo algumas pessoas, como o diretor de harmonia da época da safra de ouro do Salgueiro, Waldir Marrom, Aide  Brandini que foi presidente da ala dos compositores, Lorival Serra, Mariana  Aliano a caboclinha atual presidente da velha guarda do salgueiro entre outras personalidades do Salgueiro, que dizem que o compositor, que como alguns que ainda se encontram são fundadores desta gloriosa agremiação, uns em ata outros não mais incisivo Djalma afirma que existe e são fundadores, enfim eles afirmam que o Sabiá tem alguns recortes e fotos que ...