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O PERSONAGEM DA FESTA.

ALMIR GUINETO.    Lendo o ultimo livro do poeta e escritor Ruy de Oliveira Costa, do qual sou suspeito falar de tantas passagens interessantes e saudosas, destaquei uma que não estava presente, mas tempo depois tinha ouvido falar, que o menino Almir filho do meu querido e saudoso Iraci Serra, fez esta presepada no bom sentido da palavra lá no barraco.  Era um pouco travesso este menino, mas já tinha um carisma que mais tarde foi canalizado  para o que vinha a ser sua vida artística  como ALMIR GUINETO.  Leiam no final da matéria esta palhinha do livro, SUBINDO E DESCENDO, DESCENDO E SUBINDO O MORRO.  De quebra ainda tem uma façanha do seu irmão chiquinho, Francisco Serra do grupo Originais do Samba, fazia ao frequentar o barraco. "Num dos meus aniversários lá no beco passou um grupo de rapazes estavam muito alegres era um tempo em que os bailes proliferavam no morro mas muitos gostavam de um samba, roda de samba, pagod...

A MÃE DO SABIÁ.

UMA CARTA DO NAIPE DE OURO DA UNIDOS DA TIJUCA.      O samba  do bairro da Tijuca é grande  mas cabe direitinho no coração de um salgueirense do naipe de ouro Djalma de Oliveira Costa ou melhor DJALMA SABIÁ, tendo sido homenageado algumas vezes pelas co-irmãs da localidade, todavia tem uma que comove muito este quase centenário poeta/ compositor, que é ver a figura histórica de sua mãe na história de uma co- irmã de onde veio o Djalma Sabiá que é a UNIDOS DA TIJUCA,  dona ALZIRA DE OLIVEIRA COSTA, esteve a frente junto com grandes baluartes das escola em 31 de dezembro de 1931, Djalma ainda muito criança era levado vez por outra aos ensaios, quando não ficava aos cuidados de sua avó Deolinda de Oliveira costa, que tinha uma lavanderia  proximo ao morro na rua conde de bonfim, na Muda.                                             ...

IVONE LARA- UMA VIDA, UM APRENDIZADO, HISTÓRIA E CULTURA.

UMA DAS GLÓRIAS CULTURAIS DO SAMBA. Aladeando dona Ivone, de terno Noca da Portela e Djalma Sabiá.                  Em raro momentos de encontro com esta personalidade, que em luz transitava pelos caminhos de sua própria história, encaixando-se perfeitamente com a cultura popular a qual enriqueceu, com sua bagagem memorável desde tempos indos, em sua juventude embreava-se através de grande mestre Fuleiro, devido a descriminação de compositoras nas escolas de samba, assim conta a história ratificada pela sua agremiação do coração e grande Co- irmã  Império Serrano, tendo eu Djalma Sabiá como muitos outros a honra de a ladear em homenagem  recebida pelos seus iguais como patrimônio cultural de um povo, este grande ícone que ora parte para a glória da luz divina, com a missão de ter evoluído a cultura deste mesmo povo que ora lhe presta homenagem. Djalma Sabiá.

A TABELA DO SAMBA COM O CRAQUE DA BOLA - ZIZINHO E CARLOS BOBOLA.

Um dia o craque da bola juntou-se ao nobre compositor Carlos Bobola, salgueirense de quatro costados, amigos comuns de um poeta sambista por eles idolatrados, que sem falsa modéstia retruca nobremente, que os amigos são divinos no que fazem naturalmente, que se a honra é tudo a amizade tem a substancia que a entende. E assim surge também uma homenagem póstuma com o craque da bola de nome THOMAZ SOARES DA SILVA ( ZIZINHO OU MESTRE ZIZA). Campeão do mundo em 1958 com a seleção brasileira com letra de samba poética a quem ele se denominava fã Djalma Sabiá. Enfim segue a letra e a matéria de reciproca homenagem. DJALMA SABIÁ. SAMBA. Mestre Ziza – Carlos Bobola Estão gravados Na bandeira do Salgueiro Os nomes de seus pioneiros E o principal é o de um sabiá Que é o arquivo da escola Conta todas suas glórias Quando começa a cantar. Sabiá. Una, com sua negritude Reúne toda virtude Do grande pássaro poder Que lhe deu ensinamen...

NO DESPERTAR DO ANO A DOR DO SALGUEIRO.

AO ENTRAR 2018 SALGUEIRO CHORA. As imagens falarão por si, absorvidas pela sensibilidade do coração salgueirense, que a despeito das contrariedades, reconhece em seus presidentes cada um do seu jeito a fazer o melhor pela agremiação, e o presidente que ora parte para novo destino de sua vida, LUIZ AUGUSTO DURAN(FU) não foi diferente, e o blog expressa aqui  o sentido sentimento humano que formula a essência da tristeza, e ao mesmo tempo que devemos levantar a cabeça, reunir forças para com certeza, honrar um pouquinho que seja do esforço de cada um que lidera a agremiação como seu presidente, que na atual conjuntura REGINA CELLI  representa. EDIÇÃO FOTOGRÁFICA DAVI FERNANDES.

ENFIM OS PRIMEIROS DIRETORES DE BATERIA DA ACADÊMICOS DO SALGUEIRO.

Djalma Sabiá adentrou a uma família tradicional quatro anos antes da fundação da escola de samba 1946, ao casar com Jurema da silva, mais conhecida como Diva, filha  do seu Antonio José da Silva, segundo procurador da escola Acadêmicos do Salgueiro na data da fundação da escola de samba, conhecido como Malandro, juntos com vários companheiros e companheiras, amigos e integrantes da época semearam com as três agremiações do morro do Salgueiro a vermelho e branco Academia do Salgueiro. JOÃO RODRIGUES PEREIRA (JOÃO CEGONHA). Dentre tantas lembranças há de se ressaltar o 1º e o 2º diretor de bateria , que inclusive se consagraram assim no primeiro desfile da escola em 1954, o primeiro era amigo João Rodrigues Pereira (João Cegonha) e o segundo Moacir Pereira da Silva ( Moacir Cuíca), irmão do Nelson Pereira da Silva (Nelson Pescocinho) exímio ritmista da agremiação com forte ligação parentesca com outra família tradicional  a família Casimiro  raiz fincada ...