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UM CAPITULO DA HISTORIA PORTELA E SALGUEIRO.

  PARTIU UMA CONEXÃO ENTRE PORTELA E SALGUEIRO.   Um amigo cuja ambiguidade da ausência, não impedia a lembrança, o portal da contínua vida se abriu e ele partiu, o Ruy o filho mais desconhecido do Sabiá, depois de prestar concurso nos anos setenta, e ser lotado na unidade da tijuca entre outros amigos conheceu o Bira, UBIRAJARA VIEIRA DE ARAUJO, operador telemático, muito sincero no que falava e fazia, não era de muito dialogo com o filho do Sabiá, até que um dia um amigo comum, que se tornou irmão do Ruy por afinidade e alta consideração, comentou sobre a paternidade do Ruy Devagar   ser filho do Djalma Sabiá, e o Bira imediatamente se declarou fã do Sabiá. O Bira era de tratar bem as pessoas e com o Ruy não foi diferente e dos anos setenta até então existi esta amizade.   No dia 17 de dezembro 2023 ao cair da tarde, em um momento de lazer ouvindo sambas das antigas, repentinamente viajando na saudade, lagrimas caíram discretamente dos olhos do Ruy, a sua e...

SALGUEIRO RAIZ. (Crônica).

Por que você não frequenta o salgueiro?   É muito simples e real, e mesmo procurando usar o bom senso confesso que declarações minhas diante deste assunto magoava meu pai Djalma Sabiá, que em silencio me dava razão em meio a tristeza despertada. É um mundo cheio de cobras criadas e venenosas com raras exceções até na época de ouro, percebi que não era o ambiente que gostaria de frequentar, no entanto, a união no e do morro era muito maior, as confusões denotava interesse maior sobre o patrimônio que era a escola, nada é perfeito, mas os atos de honra e honestidade eram maiores o tempo passou e as mudanças aconteceram e vejam o resultado, são os piores possíveis.   Mas quem é você para falar assim do Salgueiro, só porque é filho do Djalma?   A quem assim pensa em me indagar respondo. Minha vida no samba foi tão ínfima que só desfilei uma vez, praticamente na base da solidariedade de alguns integrantes, e até hoje me fico perguntando por que quase cheguei a conf...

O MUNDO DO SAMBA DE MUDANÇAS EM MUDANÇAS VAI PERDENDO A SUA ESSÊNCIA.

  PARA O MUNDO DO SAMBA. A vida tem capacidades de expor infinitas situações de aprendizado, acredito buscando expandir outras infinitas situações, que tendem a transpor o cotidiano de cada ser, detalhar, explicar  imprimi a dependências as quais os seres se adaptaram, com sua pouca liberdade, pois historiando a humanidade se percebe os desiquilíbrios recorrentes que aflige toda a população, a impulsos destrutivo de si mesmo  e de tudo o mais, com certeza evidencias indicam uma liberdade vigiada, mais isto é outro papo, popularmente falando.  Corso - desfile de grandes sociedades anos 20 Impelido  a colocar a arte e o lazer  do entretenimento, me atenho ao samba, mais precisamente das agremiações onde a diversidade é ampla, onde as energias se harmonizam, se chocam, se estabelecem, onde como em tudo os interesses aparecem ocultos ou não, os envolvimentos são diversos. 1º desfile anoos 30 A pouca experiencia sobre o assunto pode ser notada por elementos de...

UM LAILA NEM PIOR, NEM MELHOR, MAS DIFERENTE.

  Esse texto provavelmente será parcial e, sinceramente, não me importa que seja. O que contarei aqui, com total certeza, estará mergulhado de emoções frutos de dezoito anos de história.  Essa é a primeira vez que escrevo algo público de maneira tão íntima. Minha relação com meu avô nunca foi pública. Ou melhor, a vida do meu avô nunca foi pública. Talvez você se surpreenda com minha afirmação anterior, mas poucos de fato conheciam o Luiz Fernando.  Conhecido como Laíla, o apelido teve origem no seu apreço por laranja. Ainda muito novo, quando pedia pela fruta acabava por dizer “laíla” em vez do nome correto. A partir daí, os familiares começaram a chamá-lo pelo nome carinhoso.  Nascido e criado no morro do Salgueiro, de família pobre, criado por tia e trabalhador desde criança. Limpava chiqueiro, subia e descia morro com sacola nas costas e torcia para fazer 14 anos para ter um emprego de carteira assinada.  Revolucionário desde novo, por volta dos sete anos, f...

UM SALGUEIRENSE CONVOCA.(crônica).

  CONVOCAÇÃO SALGUEIRENSE. (crônica).               O carnaval no país do carnaval, a dita festa profana que de profana não tem nada, é a festa da identidade onde todas as personalidades se manifestam, em meio a alegria eufórica no entusiasmo de suas evoluções, envolvendo todo o tipo de emoções, é o extravasar de um povo que grita e expõe suas reinvindicações sociais, universais mostrando o lado bom e mal de dirigentes de toda ordem de lideranças.   A maioria das pessoas procuram buscar um linimento em determinados momentos da vida e o carnaval é um deles, com blocos e escolas de sambas com seus enredos dando o recado para a satisfação do povo, que tenta ser solidário e fraterno na alegria e felicidade que o momento propicia, para esquecer tristezas e agonias, apertos de dificuldades do dia a dia.   Quem não gosta ou abomina o carnaval, certamente procura outro valido linimento, e isto é louvável desd...

AS MENSAGENS DO SAMBA E DO CARNAVAL. (CRÔNICA).

                          A MENSAGEM DE QUANDO O SAMBA AGONIZA.             As pessoas que curtem todo o tipo de arte, ou são confusas ou são aglutinadoras de conhecimentos, o que as permitem terem uma noção de diversos assuntos abordados em uma conversa e também em apresentações de shows e eventos. Vou me ater as escolas de samba que até então tem apresentado um dos shows mais requisitados do planeta, o que transpira uma energia inebriante, onde as palavras não explicam, as manifestações no mesmo evidenciadas que independe da disputa e sim da apresentação, onde cada integrante de cada uma delas se preparam constantemente em seus núcleos corporativos que fazem o todo das escolas de samba.             A principio a maioria dos enredos tinham referencias da história do País com co...

EVENTO DE 7º DIA.

                                                                                       A MISSA.                           O enfoque na missa de 7º dia de Djalma Sabiá, na percepção do seu filho poeta, pensador, escritor Ruy de oliveira Costa, se deteve além de acompanhar as palavras sábias dos padres, vastou-se nas lembranças e coincidências   do momento, tendo esta paroquia a igreja de santo Afonso parte relevante na história da família do Djalma de Oliveira Costa (Djalma Sabiá),a   vó do Djalma foi durante muitos anos entre as décadas de 60 a 80 participe ativa da paroquia sendo uma das pessoas que...

A ESSÊNCIA DA ACADEMIA 2

O MORRO DO SALGUEIRO E SUA GENTE.          No principio do século, o português Domingos Alves Salgueiro, dono de uma fabrica de conservas na Rua dos Araújos , na Tijuca, bairro da zona norte da cidade do Rio de Janeiro, conhecido originalmente pelo nome indígena de Tuyuca, “lama” em língua tupi, era também o dono do morro que nasce onde existia antes uma fabrica de chitas (hoje é a escola bombeiro Geraldo Dias). O morro se estende até a Muda da Tijuca, confrontando-se com o morro do Trapicheiro, também chamado de Encanamento e mais tarde Pedra de Santana ou Mirante Verde. Uma de suas áreas, que incluía locais de acesso ao topo, pertencia ao conde Modesto Leal e ao Barão de Itacurussá, e foi vendida ao governo a razão de 40 réis o metro quadrado.          Parte do morro do Salgueiro entre anos 60 e 70.             Durante muitos anos, não foram pouco os que se arr...

A ESSENCIA DA ACADEMIA.

SALGUEIRO: Academia de samba. I                  O terreiro de uma escola de samba não é, necessariamente, o local onde são realizados os ensaios, reunindo pastoras, ritmistas, compositores, passistas e admiradores, num quase ritual que já foi mais respeitado. O terreiro de uma escola de samba é, antes, onde pulsa a sua comunidade, onde as raízes – longe da simbologia malbaratada – são as pessoas que transitam anonimamente, levando cada um pedaço da vida, uma reminiscência, um dado, um episódio, que juntos, compõem o grande mural da história da sua agremiação. Neste caso, o terreiro do Grêmio Recreativo Escola de Samba Acadêmicos do Salgueiro é o próprio morro, onde se aglomeram os componentes mais conscientes, mais integrados e que na verdade, dão a feição que a escola vai obtendo, reflexo e produto de suas próprias ansiedades, questionamentos e ideais estéticos, isto porque escola de samba é uma coisa, e desfile d...

UM PASSISTA, UM ATOR FREE LANCE- UBIRAJARA RAMOS.

UMA PALHINHA DO SABIÁ SOBRE O BIRA.       UBIRAJARA RAMOS DE FRENTE NA IMAGEM.           Ubirajara Ramos, exímio passista da Unidos da Tijuca, filho de um ex combatente cabo do exercito viúvo, que se conjugou a tia Maria (tia do Sabiá), nos indos anos 50. BIRA como era conhecido dos mais íntimos mostrava o seu talento no samba desfilando pela sua escola, vez por outra, nos encontros das co- irmãs, certa vez em uma apresentação na Unidos da Tijuca se apresentou entre outros com a passista extraordinária a Narcisa do Salgueiro. BIRA E O PERSONAGEM ZÉ DA CACHORRA.          Ubirajara ramos participou de alguns eventos cinematográficos, muitas vezes como figurante, entretanto houve uma película em que ele foi ativo coadjuvante, no filme ZÉ DA CACHORRA, de Miguel Borges, em que contracenava inclusive com o personagem principal.        O bira era muito brincalhão...

ANIVERSARIO 94 ANOS DE DJALMA SABIÁ- AGRADECIMENTOS.

GRÊMIO RECREATIVO ESCOLA DE SAMBA ACADÊMICOS DO SALGUEIRO NO ANIVERSARIO DO PRESIDENTE DE HONRA. No dia treze de maio de 2019,  Djalma Sabiá , foi surpreendido com a visita da cúpula diretora da GRESA, encabeçada pelo cerimonialista, escritor e poeta, e porque não uma sumidade importante da agremiação o sr. Pedro nobre, representando o presidente André Vaz e o vice Joaquim Cruz, e o aniversariante agradecido a todos que o felicitaram pessoalmente ou nas redes sociais, e em especial também o pessoal do morro do salgueiro, lugar que tem muitas sementes dos integrantes raízes que podem e devem ajudar a garantir o futuro da nossa querida vermelho e branco tijucana a Acadêmicos do salgueiro. E viva o salgueiro.

HISTÓRIA DO CARNAVAL DE BRASILIA - JORNALISTA EDUARDO MONTEIRO.

Eis que nos é presenteado esta lembrança de um 1º capitulo de um documentário sob a tutela de nobre jornalista Eduardo monteiro diretamente de Brasilia, que também é apresentador do programa SKIDÔ BRASIL, uma passagem linda da história dos Acadêmicos do Salgueiro narrado ou contado, como queiram pelo então fundador da escola de samba do Rio de janeiro, Djalma de Oliveira Costa mais conhecido como DJALMA SABIÁ, hoje presidente de honra da agremiação vermelho e branca da tijuca, localizada na rua silva teles,  segue o vídeo onde muitos que se interessarem passarão a conhecer mais este momento emblemático na história do carnaval e do Brasil, quiça do mundo.Através do blog Djalma Sabiá agradece ao amigo jornalista por tão agradável lembrança e mimo, que carinhosamente o trata, e o velho poeta reciprocamente refere-se com carinho e respeito ao nobre jornalista Eduardo monteiro. Jornalista Eduardo Monteiro.

RESENHA, TIMBÓ E SABIÁ E OUTROS.

A NOSSA ESCOLA DE SAMBA. Sob o ponto de vista de experientes baluartes do panteão das escolas de samba, é comum ouvir.   - É preciso valorizar o samba e o sambista.   Em contrapartida vem.   - O sambista tem que aprender valorizar a sua história, agregada a sua escola, que segue a sequência da valorização das agremiações e dos certames a elas propostos. Fato é que no meio de uma resenha em 22 de janeiro de 2019 terça-feira ao cair da tarde, via telefone que me foi permitido participar, em viva voz como administrador do Blog Djalma Sabiá, a conversa do mesmo com o amigo Timbó que vê no Salgueiro mais uma oportunidade com a nova gestão, para muitos integrantes se aprofundarem a seriedade de sua participação. - O postulante a velha guarda deveria ter no mínimo trinta a trinta cinco anos de atividade ininterrupta e prestação de serviços a escola. Timbó assim se manifesta diante de situações contrarias que vê e presencia com seus mais de 63 anos de agr...

GERSON BABINHA, HERANÇA DO SALGUEIRO DE GERALDO BABÃO.

SAMBA AGONIZA MAIS NÃO MORRE (Nelson Sargento) Tardio mas é com alegria que recebo a notificação do CD do GERSON BABINHA, filho do extraordinário Geraldo Soares de Carvalho, grande compositor GERALDO BABÃO DO SALGUEIRO, passado pelo meu administrador virtual, que a despeito de não gostar muito do meio do mundo do samba, aprecia a arte que do mesmo é oriundo, humildemente eu conhecedor do cacife do ícone Geraldo Babão, como confio no discernimento e análise do meu administrador e pelo pouco que ouvi, só me resta elogiar e pedir a todos apoio a este sambista humilde que traz no bojo de sua obra reapresentações que enaltece o Salgueiro e personagem artísticos oriundo deste torrão amado de onde sementes artísticas se manifestam esperando uma oportunidade de terem um lugar ao sol. Sinto uma felicidade que mais um entre tantos procura não deixar a história do salgueiro morrer, peço a radialistas do mundo do samba que deem atenção a este menino, que sem recursos tenta respirar no...

REFERÊNCIAS CULTO - LITERÁRIAS. SALGUEIRO.

Antes de mais nada devo informar que existe fragmentos literários sobre a academia do salgueiro, espalhadas pelo mundo afora. através de estudantes, jornalistas e antropologistas diversos. mas você que me pergunta sobre o assunto salgueiro, sugiro entre outras as obras do nosso baluarte, ícone cultural o livro  do mesmo, SALGUEIRO 50 ANOS DE GLÓRIA- Haroldo Costa. e do nosso querido mais novo literato e porque não um ícone fragmentado da história do salgueiro entre outros. UMA VIDA CHAMADA SALGUEIRO- Pedro Nobre. HAROLDO COSTA. reconstrói a história do Salgueiro a partir de seus carnavais. Através dos sambas, das melodias, das histórias curiosas de cada enredo e a colocação a cada ano, Haroldo monta um perfil da festa mais famosa do país. Esse livro é um histórico da fundação da escola, como ela surgiu, a importância dela no conceito geral do carnaval, essa mud ança estética que foi uma revolução no carnaval, argumenta o autor. O livro mostra, ainda, a influê...